Antes de entrarmos na história, já sabemos o final. Pergunto-me então para que quero saber da história?
Mas será que isso interessava saber?
Foi uma abordagem cruel.
Assim
sem contemplações, escarrapachado no écran somos informados, sem
sabermos quem eram Emilia e Julio, que Julio vivia e Emilia morria no
final do filme.
Bonsai, é um filme que assenta numa história do primeiro grande
amor, simples e quotidiano. Algo que facilmente podemos dizer que "Epá
... podia ter acontecido comigo naquela altura ... e tal".
Pode ser
aquela história que nos fez ficar de telefone na mão com o coração aos
pulos, por ansiosidade, ou quando nos remeteu às voltas sem destino, de
profunda tristeza.
O filme é todo uma viagem entre um passado e um presente, entre a
ficção de personagens sem nome e a realidade de quando o passado se
cruza connosco no meio da rua.
É o nosso destino, ter um passado e
um presente e de quando em vez isto cruzar-se no nosso caminho para
lamentarmos o que aconteceu, ou sorrir com o que construimos.
No final, apenas ficamos a saber quem foi Emilia, e quem é Julio. Mas desconhecemos o futuro dele, de outros e o nosso. É o destino.
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sexta-feira, 7 de setembro de 2012
segunda-feira, 8 de março de 2010
Consultorios de Deus
Um filme género documentário, que nos conta várias historias sobre um consultorio de aconselhamento familiar ficcionado a partir de casos reais.
Basicamente centra-se no universo das mulheres, sobre a contracepção, a gravidez e o aborto.
Pontos de interesse, perceber e reflectir como entre as nossas sociedades (quer culturais quer religiosas), estes temas permanecem como tabus entre pais e filhos e não há uma educação sexual criada em casa, obrigando os adolescentes a recorrerem a "estranhos" para retirar as suas dúvidas.
Um filme bem estruturado. Inicialmente aborda a contracepção, entrando em várias situações que as jovens procuram saber como utilizar a contracepção.
Depois, a forma como a gravidez/virgindade é encarada por diferentes tipos de pessoas. Finalmente, e entre vários cenários, como tema de fundo, o aborto. Acrescentaria mais, o aborto como solução para um problema.
Quanto ao filme, interessante como as actrizes se transformam em pessoas normais, deixando a representação para trás e passando basicamente a serem os ouvidos, e por outro lado, temos as pacientes que são pessoas sem formação de representação onde são obrigadas a efectuar representação dos vários casos.
Nota negativa, para o som que me arrepiava as entranhas. Acho que aquilo estava numa frequência mais acima do que o normal.
Basicamente centra-se no universo das mulheres, sobre a contracepção, a gravidez e o aborto.
Pontos de interesse, perceber e reflectir como entre as nossas sociedades (quer culturais quer religiosas), estes temas permanecem como tabus entre pais e filhos e não há uma educação sexual criada em casa, obrigando os adolescentes a recorrerem a "estranhos" para retirar as suas dúvidas.
Um filme bem estruturado. Inicialmente aborda a contracepção, entrando em várias situações que as jovens procuram saber como utilizar a contracepção.
Depois, a forma como a gravidez/virgindade é encarada por diferentes tipos de pessoas. Finalmente, e entre vários cenários, como tema de fundo, o aborto. Acrescentaria mais, o aborto como solução para um problema.
Quanto ao filme, interessante como as actrizes se transformam em pessoas normais, deixando a representação para trás e passando basicamente a serem os ouvidos, e por outro lado, temos as pacientes que são pessoas sem formação de representação onde são obrigadas a efectuar representação dos vários casos.
Nota negativa, para o som que me arrepiava as entranhas. Acho que aquilo estava numa frequência mais acima do que o normal.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Anjos e Demónios
Li os Anjos e Demónios e em seguida o Código DaVinci. Acabei por gostar mais do primeiro. Com expectativa queria ver o filme e de certa maneira concretizar as imagens que tinha na minha imaginação. Embora já tenha lido o livro a algum tempo, creio que o filme está muito fiel ao livro ... mas não tenciono voltar a ler tão brevemente.
Adoro saber, os "porquês", perceber quem são os Illuminatti, ou as teorias que eles defendiam e como defendiam. A forma como aparecem na história mundial e as coisas que fazem são absolutamente fantásticas. Entre a criação e manifestações sob a forma de elementos artísticos, fazendo com que o significado deles seja mais do que a simples beleza inerente, e a simbologia da razão dos mesmo existirem é fantástica.
De facto, viveram-se eras de grandes Homens que deixaram, com a sua inteligência e arte, todo o seu legado.
Um dia quem sabe havemos de saber toda a história das pinturas da capela sistina. (;-))
Citações:
Cardinal Strauss: Religion is flawed because man is flawed.
Adoro saber, os "porquês", perceber quem são os Illuminatti, ou as teorias que eles defendiam e como defendiam. A forma como aparecem na história mundial e as coisas que fazem são absolutamente fantásticas. Entre a criação e manifestações sob a forma de elementos artísticos, fazendo com que o significado deles seja mais do que a simples beleza inerente, e a simbologia da razão dos mesmo existirem é fantástica.
De facto, viveram-se eras de grandes Homens que deixaram, com a sua inteligência e arte, todo o seu legado.
Um dia quem sabe havemos de saber toda a história das pinturas da capela sistina. (;-))
Citações:
Cardinal Strauss: Religion is flawed because man is flawed.
domingo, 17 de maio de 2009
Almoço de 15 de Agosto
Um filme sobre "nada".
E se o "nada" for ter que ficar num feriado a fazer o almoço para 4 velhotas e elas no final sentirem-se felizes, então este é um "nada" de muito valor.
Sabe a Itália. Sem a visitar-mos e mesmo entre os planos fechados da casa de Roma, faz-nos viajar até chegar lá.
Nota para a tradução:
- Como é possível uma tradução, traduzir "D'Artagnan" para "Dartacão"??!!!? ... que parolice!!
E se o "nada" for ter que ficar num feriado a fazer o almoço para 4 velhotas e elas no final sentirem-se felizes, então este é um "nada" de muito valor.
Sabe a Itália. Sem a visitar-mos e mesmo entre os planos fechados da casa de Roma, faz-nos viajar até chegar lá.
Nota para a tradução:
- Como é possível uma tradução, traduzir "D'Artagnan" para "Dartacão"??!!!? ... que parolice!!
sexta-feira, 20 de março de 2009
Wrestler
Um filme que fala do passado. Das pessoas que não evoluem com os tempos e deixam-se ficar presos ao passado, e não souberam encontrar novas coisas boas.
É este o principio da decadência, quando envelhecemos e não soubermos ver o que está à nossa volta.
É assim, que não nos permitimos olhar para a frente, e só olhamos para o passado.
Não faz sentido.
Penso que a actuação do Mickey Rourke, não foi assim tão especial, ao ponto de entrar para a corrida aos óscares de melhor actor. Acredito que muito marketing por trás disto tenha resultado num excesso na crítica à sua performance.
Gostei mais de ver a Marisa Tomei num papel secundário, mas de grande qualidade.
Sobre este tipo de filmes, que se leva ao extremo a capacidade de uma pessoa, usando a luta livre, o boxe, ou qualquer outro desporto, a fim de se morrer em actuação, justificando a paixão por qualquer coisa, não há filme melhor que "The Champion" algures de 1980 e qualquer coisa.
Depois, uma coisa que não percebo e nunca deverei perceber. Qual o fascinio por aquela coisa de "luta livre combinada"?
Citações:
Randy 'The Ram' Robinson: And now, I'm an old broken down piece of meat... and I'm alone. And I deserve to be alone. I just don't want you to hate me.
É este o principio da decadência, quando envelhecemos e não soubermos ver o que está à nossa volta.
É assim, que não nos permitimos olhar para a frente, e só olhamos para o passado.
Não faz sentido.
Penso que a actuação do Mickey Rourke, não foi assim tão especial, ao ponto de entrar para a corrida aos óscares de melhor actor. Acredito que muito marketing por trás disto tenha resultado num excesso na crítica à sua performance.
Gostei mais de ver a Marisa Tomei num papel secundário, mas de grande qualidade.
Sobre este tipo de filmes, que se leva ao extremo a capacidade de uma pessoa, usando a luta livre, o boxe, ou qualquer outro desporto, a fim de se morrer em actuação, justificando a paixão por qualquer coisa, não há filme melhor que "The Champion" algures de 1980 e qualquer coisa.
Depois, uma coisa que não percebo e nunca deverei perceber. Qual o fascinio por aquela coisa de "luta livre combinada"?
Citações:
Randy 'The Ram' Robinson: And now, I'm an old broken down piece of meat... and I'm alone. And I deserve to be alone. I just don't want you to hate me.
terça-feira, 10 de março de 2009
Imagens de Palermo
Um titulo sugestivo e um trailer intenso, deliciaram-me na perspectiva de um bom filme. Não gostei. Um filme surreal, sobre a vida perseguida pela Morte, ou seria a vida a querer escapar à Morte? Algo confuso e ainda com diálogos fracos. Interessante no ponto de vista cultural, sobre a cidade de Palermo e os seus frescos.
Para apreciadores de Wim Wenders, este Imagens de Palermo, poderá ter outra dimensão.
Para apreciadores de fotografia, eu queria mesmo muito ter uma máquina 360º como a que o tipo tinha no filme, e também uma Leika. Um dia, talvez!!
Para apreciadores de Wim Wenders, este Imagens de Palermo, poderá ter outra dimensão.
Para apreciadores de fotografia, eu queria mesmo muito ter uma máquina 360º como a que o tipo tinha no filme, e também uma Leika. Um dia, talvez!!
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Crepúsculo
É um filme de vampiros, logo eu estaria entusiasmado em ver este filme. Tenho saudades dos Vampiros de Carpenter, ou de um Conde Drácula, que fazem temer a nós próprios ou fazem querermos ser imortais para amar, e encontrar o erotismo na mordidela de um pescoço.
Mas acabou por ser um filme diferente. Os vampiros deixaram de viver na penumbra, deixaram de ter medo de morrer(mesmo sendo imortais), passaram a coexistir entre nós e criando o conceito de "happy-family". Podemos encontrar nestes vampiros algo de diferente, e que de facto são, mas para ser vampiro, é preciso morder e estes não morderam ... bolas!!
Talvez, quando os teenagers crescerem, então talvez possam morder ... vou esperar, ou talvez a leitura do livro Twilight de Stephanie Meyer me dê outra dimensão à coisa.
Havia uma banda sonora por trás, pouco perceptível, mas interessante.
Gostei imenso de um plano espectacular, em cima das árvores, sobre a região de Forks-Washington
Citações:
Edward Cullen: And so the lion fell in love with the lamb.
Isabella Swan: What a stupid lamb.
Edward Cullen: What a sick, masochistic lion.
Mas acabou por ser um filme diferente. Os vampiros deixaram de viver na penumbra, deixaram de ter medo de morrer(mesmo sendo imortais), passaram a coexistir entre nós e criando o conceito de "happy-family". Podemos encontrar nestes vampiros algo de diferente, e que de facto são, mas para ser vampiro, é preciso morder e estes não morderam ... bolas!!
Talvez, quando os teenagers crescerem, então talvez possam morder ... vou esperar, ou talvez a leitura do livro Twilight de Stephanie Meyer me dê outra dimensão à coisa.
Havia uma banda sonora por trás, pouco perceptível, mas interessante.
Gostei imenso de um plano espectacular, em cima das árvores, sobre a região de Forks-Washington
Citações:
Edward Cullen: And so the lion fell in love with the lamb.
Isabella Swan: What a stupid lamb.
Edward Cullen: What a sick, masochistic lion.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Reviver o passado em Brideshead Reviver o Passado em Brideshead
NOTA: Não ir ver os filmes na mesma semana de estreia!!!
Da outra vez foram as pitas matraqueiras. Desta vez foram os velhos chatos.
Chegam atrasados, são lentos a sentar, fazem barulhos estranhos durante o filme, levantam-se para sair, voltam outra vez, levam sacos plásticos com as compras de natal e mexem esses mesmos sacos de plásticos como se tivessem pipocas na mão, ... sei lá mais o quê!!
Quanto ao filme propriamente dito.
Gosto imenso de filmes de época, e esta foi uma das razões porque estava interessado em ver este filme. Imaginar aquelas paisagens inglesas e contemplar cenários simplesmente belos, é como diz um dos personagens no meio do filme sobre a casa de Brideshead, "It's magnificent".
Mas de um modo geral o filme desanimou-me. Faltou prender o espectador ao enredo, faltou a paixão que serve de fundo àquele cenário "very british". Algures no filme, a acção passa por Veneza, e julguei que a paixão que faltava pudesse ser envolvida nesse cenário, mas ficou tudo no ar sem se conseguir passar para a tela.
E depois no final, reviver Brideshead, foi qualquer coisa como voltar à casa antiga e a única memória foi a visita à capela velha.
Citações:
Da outra vez foram as pitas matraqueiras. Desta vez foram os velhos chatos.
Chegam atrasados, são lentos a sentar, fazem barulhos estranhos durante o filme, levantam-se para sair, voltam outra vez, levam sacos plásticos com as compras de natal e mexem esses mesmos sacos de plásticos como se tivessem pipocas na mão, ... sei lá mais o quê!!
Quanto ao filme propriamente dito.
Gosto imenso de filmes de época, e esta foi uma das razões porque estava interessado em ver este filme. Imaginar aquelas paisagens inglesas e contemplar cenários simplesmente belos, é como diz um dos personagens no meio do filme sobre a casa de Brideshead, "It's magnificent".
Mas de um modo geral o filme desanimou-me. Faltou prender o espectador ao enredo, faltou a paixão que serve de fundo àquele cenário "very british". Algures no filme, a acção passa por Veneza, e julguei que a paixão que faltava pudesse ser envolvida nesse cenário, mas ficou tudo no ar sem se conseguir passar para a tela.
E depois no final, reviver Brideshead, foi qualquer coisa como voltar à casa antiga e a única memória foi a visita à capela velha.
Citações:
sexta-feira, 23 de maio de 2008
O Segredo de um Cuscuz
A história de uma familia de origem magrebina, no sul de França.
Um pai afastado da familia, que luta por uma vida nova. Procura, depois do seu despedimento, seguir o sonho de um restaurante dentro de um barco. A sua familia, os seus filhos, ajudam-no a lutar por esse desejo. Quando por fim chega a noite da inauguração, tudo acontece-lhe.
Tudo gira à volta de um prato de Cuscuz de Peixe. Delicioso. A mesma familia, reúne-se ao domingo para apreciar esse prato característico de terras magrebinas. Evoca-se a cultura, a religião, o espírito, à volta da mesa. Fala-se alto, grita-se, ri-se, chora-se, como em todas as familias. Sente-se a raiva, e o amor. Onde existe algum carinho, vislumbra-se também a tristeza. Há depois a entreajuda de todos em nome do Cuscuz de Peixe, pena que depois há as "ovelhas negras".
O pai, Slimane, absorve todas as tristezas e crueldades que lhe surjem à frente. Com ar de sofreguidão continua o seu caminho, guardando num silêncio uno toda a sua angústia e dor.
De uma realização muito terra a terra, de Abdel Kechiche, conseguimos perceber perfeitamente como uma familia magrebina se comporta entre os seus.
Uma banda sonora para prestar atenção.
Um pai afastado da familia, que luta por uma vida nova. Procura, depois do seu despedimento, seguir o sonho de um restaurante dentro de um barco. A sua familia, os seus filhos, ajudam-no a lutar por esse desejo. Quando por fim chega a noite da inauguração, tudo acontece-lhe.
Tudo gira à volta de um prato de Cuscuz de Peixe. Delicioso. A mesma familia, reúne-se ao domingo para apreciar esse prato característico de terras magrebinas. Evoca-se a cultura, a religião, o espírito, à volta da mesa. Fala-se alto, grita-se, ri-se, chora-se, como em todas as familias. Sente-se a raiva, e o amor. Onde existe algum carinho, vislumbra-se também a tristeza. Há depois a entreajuda de todos em nome do Cuscuz de Peixe, pena que depois há as "ovelhas negras".
O pai, Slimane, absorve todas as tristezas e crueldades que lhe surjem à frente. Com ar de sofreguidão continua o seu caminho, guardando num silêncio uno toda a sua angústia e dor.
De uma realização muito terra a terra, de Abdel Kechiche, conseguimos perceber perfeitamente como uma familia magrebina se comporta entre os seus.
Uma banda sonora para prestar atenção.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
My Blueberry Nights - O Sabor do Amor
Talvez um 'dejá vu' de "Lost in Translation", mas na américa, pelo facto de encontrarmos pessoas à deriva consigo próprias.
Norah Jones (a cantora sim), a refazer-se de um desgosto amoroso, encontra refúgio num café nova-iorquino e faz amizade com o gerente do café, e ambos terminam as noites a comer a tarte que sobra e mais ninguém come no café. Tarte de Mirtilos, com gelado.
Entre conversas sobre chaves que resumem histórias de pessoas, e a necessidade de viajar o mais longe possível e encontrar gente nova, com novos horizontes, para no final perceber que quem procura está naquele café, ao sabor de uma tarte de mirtilo.
Precisamos de nos perder para nos encontrarmos, e não perder as chaves para que consigamos abrir as portas fechadas.
A Norah Jones, notou-se que ainda não tem a "escola" de representação, sendo muito estática (não consigo arranjar melhor termo, para dizer que não está à vontade na representação), ao contrário de uma Rachel Weisz fatal que deslumbra na primeira aparição no filme.
Citações:
Katya: Sometimes, even if you have the keys those doors still can't be opened. Can they?
Jeremy: Even if the door is open, the person you're looking for may not be there, Katya.
Elizabeth: It took me nearly a year to get here. It wasn't so hard to cross that street after all, it all depends on who's waiting for you on the other side.
Norah Jones (a cantora sim), a refazer-se de um desgosto amoroso, encontra refúgio num café nova-iorquino e faz amizade com o gerente do café, e ambos terminam as noites a comer a tarte que sobra e mais ninguém come no café. Tarte de Mirtilos, com gelado.
Entre conversas sobre chaves que resumem histórias de pessoas, e a necessidade de viajar o mais longe possível e encontrar gente nova, com novos horizontes, para no final perceber que quem procura está naquele café, ao sabor de uma tarte de mirtilo.
Precisamos de nos perder para nos encontrarmos, e não perder as chaves para que consigamos abrir as portas fechadas.
A Norah Jones, notou-se que ainda não tem a "escola" de representação, sendo muito estática (não consigo arranjar melhor termo, para dizer que não está à vontade na representação), ao contrário de uma Rachel Weisz fatal que deslumbra na primeira aparição no filme.
Citações:
Katya: Sometimes, even if you have the keys those doors still can't be opened. Can they?
Jeremy: Even if the door is open, the person you're looking for may not be there, Katya.
Elizabeth: It took me nearly a year to get here. It wasn't so hard to cross that street after all, it all depends on who's waiting for you on the other side.
domingo, 6 de abril de 2008
10 000 A.C.
Há filmes que foram feitos para não serem levados a sério.
Em vez de à 10000 anos atrás, imaginei-me sim daqui a 10000 anos, mas em que a evolução da espécie humana regrediu, possivelmente devido a alguma limitação nossa algures no tempo. Depois também apareceram os animais de antigamente, mamutes, dentes-de-sabre, aves gigantescas, etc,.... , e voltou tudo à estaca zero. Ganda chatice, né!!
Este filme conta uma história de heróis, reconhecidos através de premonições e em crenças na salvação dos povos através desses mesmos heróis. Depois há a miúda gira que morre mas não morre, ou o herói que é herói sem saber como, ou então perseguições entre as patas dos mamutes sem que haja esmagamentos ou coisa parecida.
Eventualmente ainda podemos associar alguma das partes do filme, a certos momentos da nossa história mundial, mas nada para levar muito a sério.
Em vez de à 10000 anos atrás, imaginei-me sim daqui a 10000 anos, mas em que a evolução da espécie humana regrediu, possivelmente devido a alguma limitação nossa algures no tempo. Depois também apareceram os animais de antigamente, mamutes, dentes-de-sabre, aves gigantescas, etc,.... , e voltou tudo à estaca zero. Ganda chatice, né!!
Este filme conta uma história de heróis, reconhecidos através de premonições e em crenças na salvação dos povos através desses mesmos heróis. Depois há a miúda gira que morre mas não morre, ou o herói que é herói sem saber como, ou então perseguições entre as patas dos mamutes sem que haja esmagamentos ou coisa parecida.
Eventualmente ainda podemos associar alguma das partes do filme, a certos momentos da nossa história mundial, mas nada para levar muito a sério.
sábado, 22 de março de 2008
O Amor nos Tempos de Cólera
Eu acho mesmo que o melhor é ler o livro. Terá concerteza mais ilusão do que ver a ilusão daquela história de amor.
Do resto, uma boa fotografia e imagens interessantes de uma Colômbia que desconhecemos. Talvez mais um país a juntar à lista de locais a visitar um dia.
Citações:
Florentino Ariza: Shoot me. There is no greater glory than to die for love.
Do resto, uma boa fotografia e imagens interessantes de uma Colômbia que desconhecemos. Talvez mais um país a juntar à lista de locais a visitar um dia.
Citações:
Florentino Ariza: Shoot me. There is no greater glory than to die for love.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
No Vale de Elah
Não fiquei deslumbrado com este filme, e tenho poucas palavras (ou quase nenhumas) para escrever. Talvez consiga dizer alguma palavra sobre a Charlize. A rapariga mesmo sem maquiagem é linda, e mainada.
Citações:
Det. Emily Sanders: And so David went down into the valley to challenge Goliath...
David Sanders: D'you think he was scared Mom?
Det. Emily Sanders: Yes. I think he was scared.
Citações:
Det. Emily Sanders: And so David went down into the valley to challenge Goliath...
David Sanders: D'you think he was scared Mom?
Det. Emily Sanders: Yes. I think he was scared.
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