Mostrar mensagens com a etiqueta animação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta animação. Mostrar todas as mensagens
sábado, 20 de março de 2010
me@Monstra - Competicao 5
Cinema de animação também pode/deve fazer rir, e extrapolar tudo o que é considerado normal, sobre todas as formas possíveis e imaginárias.
quinta-feira, 18 de março de 2010
me@Monstra - Competicao 3
Orgesticulanismus, de Mathieu Balaye. Bélgica
Por vezes, no cinema de animação é dificil transmitir a emoção. De entre várias formas e técnicas, acompanhar um ritmo musical é das coisas mais espectaculares em que podemos trabalhar. Haja capacidade para compreender a música e conseguir-mos expressar (na animação) o que sentimos (da música).
Por vezes, no cinema de animação é dificil transmitir a emoção. De entre várias formas e técnicas, acompanhar um ritmo musical é das coisas mais espectaculares em que podemos trabalhar. Haja capacidade para compreender a música e conseguir-mos expressar (na animação) o que sentimos (da música).
quarta-feira, 17 de março de 2010
me@Monstra - Competicao 2
O poder da animação à exploração máxima de criatividade. A partir deste pressuposto, no filme "Rachas" de Alexis Ducord & Nicolas Pawlowski, mereceu-me a nota máxima, 5 valores.
sábado, 4 de julho de 2009
domingo, 15 de março de 2009
me@monstra
Sita Sings the Blues.
Um dia hei-de chegar lá.
Por perceber que uma única pessoa é capaz de escrever, realizar, produzir um filme de animação sozinha já me deu alento para continuar a sonhar, ou seja, para continuar a fazer o que sei melhor.
Sonhar que irei escrever, realizar e produzir um filme meu.
Sita Sings the Blues, conta-nos a história de uma relação terminada. E por analogia desenvolve-se outra história com base num amor impossível indiano e todas as suas consequências e tragédias.
Aprende-se que não se deve questionar. Não se questiona amores e nem se questiona a animação (pois é nos permitido usar a imaginação para as ideias mais sem sentido que possam haver).
E como diz a autora-personagem deste filme que para haver um arco-iris é necessário que chova.
Muita molha já apanhei e continuarei até a chuva durar.
Um dia hei-de chegar lá.
Por perceber que uma única pessoa é capaz de escrever, realizar, produzir um filme de animação sozinha já me deu alento para continuar a sonhar, ou seja, para continuar a fazer o que sei melhor.
Sonhar que irei escrever, realizar e produzir um filme meu.
Sita Sings the Blues, conta-nos a história de uma relação terminada. E por analogia desenvolve-se outra história com base num amor impossível indiano e todas as suas consequências e tragédias.
Aprende-se que não se deve questionar. Não se questiona amores e nem se questiona a animação (pois é nos permitido usar a imaginação para as ideias mais sem sentido que possam haver).
E como diz a autora-personagem deste filme que para haver um arco-iris é necessário que chova.
Muita molha já apanhei e continuarei até a chuva durar.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
A Valsa com Bashir
Para Óscars.
Uma banda desenhada passada para animação, foi este o meu pensamento enquanto assistia o filme. Mas é mais que uma banda desenhada, são os relatos de uma vida vivida no meio da guerra na palestina transformada em animação.
Gostei imenso, tanto pela forma como a animação estava trabalhada, como à medida que a história se ia desenrolando ficava mais curioso sobre o que de facto tinha acontecido, deixando-me pregado ao écran completamente ... e é isto que gosto do cinema!
No final um excelente "acordar para a vida", de sairmos do imaginário da animação para o real da guerra, e de facto a guerra não tem razão alguma.
Hoje, quando vejo este filme, há uma guerra quase no mesmo sitio, e não sinceramente o porquê.
Além disto, a banda sonora estava formidável, e ali no meio estavam os Cake e em vez de "I bombed Korea every night" passou a "I bombed Beirut" ...
Citações
Uma banda desenhada passada para animação, foi este o meu pensamento enquanto assistia o filme. Mas é mais que uma banda desenhada, são os relatos de uma vida vivida no meio da guerra na palestina transformada em animação.
Gostei imenso, tanto pela forma como a animação estava trabalhada, como à medida que a história se ia desenrolando ficava mais curioso sobre o que de facto tinha acontecido, deixando-me pregado ao écran completamente ... e é isto que gosto do cinema!
No final um excelente "acordar para a vida", de sairmos do imaginário da animação para o real da guerra, e de facto a guerra não tem razão alguma.
Hoje, quando vejo este filme, há uma guerra quase no mesmo sitio, e não sinceramente o porquê.
Além disto, a banda sonora estava formidável, e ali no meio estavam os Cake e em vez de "I bombed Korea every night" passou a "I bombed Beirut" ...
Citações
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Madagascar 2
Divertido, giro .... para distrair é bom.
Mas já vi outros com mais piada.
Citações:
Melman: Listen Moto Moto. You better treat this lady like a queen because you my friend, you found yourself the perfect women. If I was ever so lucky to find the perfect women I would give her flowers everyday and not just any flowers, okay? Her favorites are orchids, white, and breakfast in bed... six loaves of wheat toast with butter on both sides, no crust. The way she likes it. I'd be her shoulder to cry on and her best friend and I'd spend everyday trying to think of how to make her laugh. She has the most, most amazing laugh. Well that's what I would do if were you.
Mas já vi outros com mais piada.
Citações:
Melman: Listen Moto Moto. You better treat this lady like a queen because you my friend, you found yourself the perfect women. If I was ever so lucky to find the perfect women I would give her flowers everyday and not just any flowers, okay? Her favorites are orchids, white, and breakfast in bed... six loaves of wheat toast with butter on both sides, no crust. The way she likes it. I'd be her shoulder to cry on and her best friend and I'd spend everyday trying to think of how to make her laugh. She has the most, most amazing laugh. Well that's what I would do if were you.
domingo, 27 de julho de 2008
O Panda do Kung Fu
Ui, ....
como eu adoro estes filmes.
A criatividade subjacente a cada frame, a forma como os bonecos são transformados em quase figuras humanas através de expressões corporais e muito bem trabalhadas, são um dos 'must' nestes filmes de animação ultimamente.
Achei espectacular a cena de luta na ponte de corda entre o mau Tai Lung e os 5 guerreiros, está muito bem trabalhada e com um grau de dificuldade bastante grande.
Um filme de colecção.
como eu adoro estes filmes.
A criatividade subjacente a cada frame, a forma como os bonecos são transformados em quase figuras humanas através de expressões corporais e muito bem trabalhadas, são um dos 'must' nestes filmes de animação ultimamente.
Achei espectacular a cena de luta na ponte de corda entre o mau Tai Lung e os 5 guerreiros, está muito bem trabalhada e com um grau de dificuldade bastante grande.
Um filme de colecção.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Me@Monstra
Nestes ciclos de curtas de animação, em que apresentam sempre qualquer coisa de genial, sonho um dia realizar a minha curta de animação e ser projectada em tela de cinema.
"Um dia lá chegarei."
"Um dia lá chegarei."
quinta-feira, 13 de março de 2008
Persépolis
"A minha vida dava um filme indiano", este seria porventura o titulo do meu filme autobiográfico (de animação como é óbvio)... um dia, quiçá.
À semelhança de Persépolis, era capaz de ilustrar um conjunto de actos de bravura e outros nem por isso, com algum teor de loucura e uns pozinhos de trapalhice (... ou talvez trapalhice com loucura misturada), que ao longo 30 e poucos anos fazem jus à minha condição de insatisfeito por tudo e por nada. E penso que isto não há-de ficar por aqui, eventualmente alguns episódios marcantes ainda estarão para acontecer ...
Persépolis, é assim também um filme de animação autobiográfico de Marjane Satrapi. Marjane Satrapi é uma autora de BD iraniana, que escreveu e criou esta banda desenhada que agora está transformada em filme de animação, e que se baseia na sua vida desde a altura que era uma criança com ideias firmes até à altura em que mais adulta se vê obrigada a fugir do seu país por força do regime que lá impera.
Aqui nesta longa metragem de animação, temos oportunidade de perceber como o povo iraniano vive ou viveu a instabilidades dos regimes que politicamente e teocraticamente vão governando um país, na pele de uma criança, adolescente e mulher.
A vida não faz sentido se não continuar-mos a ter esperança de que as nossas crenças e sonhos de criança um dia se realizarão. É uma busca, ou tem de ser uma busca continua para que Nós, possamos mudar este mundo que não é de maneira nenhuma aquele que idealizamos enquanto ingenuamente ... sonhamos.
A mensagem que retiro deste filme, na minha introspecção, é uma mensagem de esperança.
Também gostei. Um filme para a minha lista de colecção (que um dia estará dísponivel nas minhas prateleiras).
Citações:
Marjane's grandmother: The first marriage is practice for the next one.
À semelhança de Persépolis, era capaz de ilustrar um conjunto de actos de bravura e outros nem por isso, com algum teor de loucura e uns pozinhos de trapalhice (... ou talvez trapalhice com loucura misturada), que ao longo 30 e poucos anos fazem jus à minha condição de insatisfeito por tudo e por nada. E penso que isto não há-de ficar por aqui, eventualmente alguns episódios marcantes ainda estarão para acontecer ...
Persépolis, é assim também um filme de animação autobiográfico de Marjane Satrapi. Marjane Satrapi é uma autora de BD iraniana, que escreveu e criou esta banda desenhada que agora está transformada em filme de animação, e que se baseia na sua vida desde a altura que era uma criança com ideias firmes até à altura em que mais adulta se vê obrigada a fugir do seu país por força do regime que lá impera.
Aqui nesta longa metragem de animação, temos oportunidade de perceber como o povo iraniano vive ou viveu a instabilidades dos regimes que politicamente e teocraticamente vão governando um país, na pele de uma criança, adolescente e mulher.
A vida não faz sentido se não continuar-mos a ter esperança de que as nossas crenças e sonhos de criança um dia se realizarão. É uma busca, ou tem de ser uma busca continua para que Nós, possamos mudar este mundo que não é de maneira nenhuma aquele que idealizamos enquanto ingenuamente ... sonhamos.
A mensagem que retiro deste filme, na minha introspecção, é uma mensagem de esperança.
Também gostei. Um filme para a minha lista de colecção (que um dia estará dísponivel nas minhas prateleiras).
Citações:
Marjane's grandmother: The first marriage is practice for the next one.
Subscrever:
Mensagens (Atom)